sexta-feira, 27 de agosto de 2010

A preciosidade do tempo e a importância de redimí-lo - Jonathan Edwards.

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"Portanto, vede prudentemente como andais, não como néscios, mas como sábios, Remindo o tempo; porquanto os dias são maus." Efésios 5:16,17

Os Cristãos não só devem estudar para melhorar as oportunidade de que gozam, para seu próprio benefício, como como aquelas das quais se poderia fazer um bom negócio; mas também trabalhar para reclamar a outros de seus maus caminhos, de tal maneira que Deus postergaria Sua ira, e os tempos poderiam ser redimidos daquela terrível destruição, a qual, quando vier, porá um fim ao tempo da Divina paciência.
E, pode ser quanto a isto, que a seguinte razão é adicionada a proprosição principal -
porque os dias são mãos. É como se o Apóstolo houvesse dito - a corrupção dos tempos tende a acelerar os julgamentos ameaçados; mas vosso santo e cirscunspecto caminhar tenderá a redimir o tempo das mandíbulas devoradoras destas calamidades.
Contudo, certamente há muito a ser tido em conta por nós nestas palavras, a saber: que temos de ter o tempo em alta estima, e devemos ser excessivamente cuidadosos para que este não seja desperdiçado; e nós estamos portanto exortado a exercer sabedoria e perspicácia, de forma que possamos redimí-lo. E então como se mostra, o tempo é sobremaneira precioso.

CAPÍTULO I

Porque o Tempo é precioso.

O Tempo é precioso pelas seguintes razões:

Primeiro, porque uma eternidade em alegria ou em miséria depende do bom ou do defectuoso uso do Tempo. As coisas são preciosas em proporção a sua importância, ou ao grau no qual são concernentes a nosso bem. Os homens costumam definir como de valor mais elevado aquilo de que eles sentem que seus interesses dependem principalmente. E isto torna o Tempo tão extraordinariamente precioso, porque o nosso bem eterno depende do bom proveito do mesmo.
...

Segundo, o Tempo é muito curto, o que é outra característica que faz ele muito precioso. A escassez de qualquer mercadoria ocasiona aos homens aumentar o valor dela, especialmente se é necessária e se não podem viver sem ela. Desta forma, quando Samaria foi cercada pelos Sírios, e as provisões eram excessivamente escassas,
“se vendeu uma cabeça de um jumento por oitenta peças de prata, e a quarta parte de um cabo de esterco de pombas por cinco peças de prata.” 2 Reis 6:25. — Assim, o Tempo deve possuir muito mais apreço pelos homens, porque toda a eternidade depende dele; e, no entanto, nós temos somente um pouco de tempo. “Porque decorridos poucos anos, eu seguirei o caminho por onde não tornarei.” Jó 16:22. “E os meus dias são mais velozes do que um correio; fugiram, e não viram o bem.” Jó 9:25, 26. “Digo-vos que não sabeis o que acontecerá amanhã. Porque, que é a vossa vida? É um vapor que aparece por um pouco, e depois se desvanece.” Tiago 4:14. É somente como um momento se comparado à eternidade. O Tempo é tão curto, e o trabalho que temos de fazer nele é tão grande, que nós não temos Tempo algum de sobra. O trabalho que temos a fazer para nos preparar para a eternidade, tem de ser feito no Tempo, ou nunca poderá ser feito; e este é um trabalho de grande dificuldade e labor, e portanto, para o qual o tempo é mormente requisitado.

Terceiro, o tempo deve ser estimado por nós como muito precioso, porque nós não estamos certos de que ele vá continuar. Sabemos que ele é muito curto, mas não sabemos o quão curto ele é. Não sabemos quão pouco dele ainda resta, se um ano, ou se muitos anos, ou apenas um mês, uma semana, um dia. Nós estamos todos os dias incertos se aquele dia será o último ou não, ou mesmo se nós teremos todo o dia. Não há nada que a experiência possa verificar mais do que isto.
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Quarto, o tempo é muito precioso, porque quando ele passa, não pode ser recuperado. Existem muitas coisas as quais os homens possuem, que se perderem, eles podem obter novamente. Se um homem se separar de algo que ele tinha, sem saber o valor daquilo, ou a necessidade que ele teria daquela coisa, muitas vezes ele pode recuperá-la, pelo menos, com dores e custo. Se um homem foi distraído em uma barganha, e permutou ou vendeu algo, e depois se arrependeu disto, ele sempre pode obter um livramento, e recuperar aquilo do que se desfez. Mas não é asim com respeito ao tempo. Uma vez que ele se foi, ele se foi para sempre; sem dores, nenhum preço ou sacrifício pode recuperá-lo.

...

Se nós tivermos vivido cinqüenta, sessenta ou setenta anos, e não tivermos feito bom uso de nosso tempo, agora nada se poderá fazer quanto a ele. Ele está eternamente perdido, foi-se para sempre de nós. Tudo o que poderemos fazer é fazer bom uso do pouco que resta. Sim, se um homem gastou toda a sua vida, exceto alguns poucos momentos, de forma vã, tudo o que passou está perdido, e apenas estes poucos momentos que restam poderão ser feitos verdadeiramente dele. E se todo o tempo de um homem foi gasto, ele está todo perdido e é irrecuperável. A Eternidade depende do bom aproveitamento do tempo. Mas, quando uma vez o tempo da vida houver passado, quando a morte chegar, não temos nada mais com o tempo; não há possibilidade de obter a restauração dele, ou outro lugar no qual se preparar para a Eternidade. Se um homem perdesse todas as suas propriedades e riquezas terreais, e chegasse a falência financeira, é possível que pudesse se recuperar desta perda. Ele pode ter outros bens tão bons quanto. Mas quando o tempo da vida se esvai, é impossível obter novamente este tal tempo. Todas as oportunidades de obter o bem eterno terão absolutamente e para sempre se perdido.

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segunda-feira, 9 de agosto de 2010

O Dia do Senhor e a Piedade - Thomas Brooks

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Não há Cristãos em todo o mundo comparáveis em poder de piedade e crescimento na graça, santidade, e comunhão com Deus do que aqueles que muito séria, estrita, estudiosa e conscientemente santificam o Dia do Senhor. A verdadeira razão porque o poder da piedade tem se reduzido a níveis tão baixos, tanto neste como também em outros países, é porque o Dia de Descanso não é mais observado tão estrita e conscientemente quanto deveria.

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“O Espírito imprime a característica de Sua própria santidade sobre o coração, assim como o selo imprime sua semelhança sobre a cera. O Espírito de Deus em um homem enche-o de perfume com santidade e faz de seu coração um mapa do céu”


Thomas Watson
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“Essa é a principal forma de honrar a Deus. Não glorificamos tanto a Deus por meio de expressões elevadas de admiração, frases eloqüentes, cultos pomposos, quanto quando aspiramos viver para Ele com espíritos imaculados - vivendo para Ele e vivendo como Ele”


Stephen Charnock
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“Porque eles foram chamados para a santidade, a vida inteira de todos os Cristãos debe ser um exercício de piedade”
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João Calvino
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“O Calvinismo Experimental busca e explica pela Escritura a forma como o Cristão deve viver, onde cada um de nós está falhando em alcançar esta forma e onde esta forma de viver finalmente levará o Cristão.”



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“Se você não consegue seguir as suas experiências até a Escritura, elas não são do Senhor; são do Diabo.”
"

Martinho Lutero
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Uma apelo aos Pais para orarem com freqüência pelo bem e pela Salvação de seus filhos - William Scribner - Parte 1

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Embora orar por nossos filhos seja claramente um dever bíblico, tal dever é muito frequentemente negligenciado. Muitas vezes isto decorre de uma descrença secreta em relação à probabilidade ou possibilidade da conversão e da prática da verdadeira religião na infância e na tenra juventude. Esta descrença rouba-nos e impede-nos as orações e o esforço para alcançar esta grande bênção.

Além disso, devemos esperar que a conversão dos filhos de crentes tanto quanto, senão mais, que a conversão de outros que freqüentam a igreja e que ainda não são crentes. Os mesmos meios de graça são gozados e as exortações e advertências do evangelho são tão compreensíveis para um criança como para um adulto.

A evidência bíblica de que é a vontade de Deus que as crianças na Igreja se tornem nascidas de novo em idade precoce, é encontrada em Mateus 19:14:

"Deixai os pequeninos, e não os estorveis de vir a mim."

Usualmente as crianças não são convertidas porque os pais deixam seu trabalho para outros fazerem. Por mais valiosos que os professores de Escola Dominical possam ser, nenhum pai está livre de sua obrigação que é combater com diligência, pelo seus pessoais esforços, para conduzir suas crianças a Cristo. Nós somos comandados a We are commanded to educar nossas crianças "no temor e no cuidado do Senhor." No caso dos filhos dos crentes, a instrução parental deveria ser o primeiro e o usual meio da sua salvação. O trabalho a ser feito pelos pais inclui:

a. Instruí-los na fé.
b. Dar-lhes um exemplo de santidade.
c. Restringí-los.
d. Orar por eles.

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sexta-feira, 6 de agosto de 2010
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"Onde o temor de Deus santifica o coração, tal temor, sem dúvida, também regulará o hábito.
"

Cotton Mather
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Modéstia no Vestir - João Calvino e Matthew Henry

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Diz João Calvino, ao comentar o versículo "E fez o SENHOR Deus a Adão e à sua mulher túnicas de peles, e os vestiu" em Gênesis:
Moisés aqui declara que o Senhor tomou para si o trabalho de fazer vestimentas de peles para Adão e sua esposa. Não é realmente próprio entender estas palavras como se Deus houvesse sido um costureiro ou um servo para coser roupas. Agora, não é crível que as peles tenham sido apresentadas a eles por acaso; mas, uma vez que os animais foram anteriormente destinados para seu devido uso, sendo agora impelidos por uma nova necessidade, eles mataram alguns, de modo que pudessem se cobrir com suas peles, tendo sido divinamente direcionados a adotar este conselho; daí Moisés diz ser Deus o Autor do ato. A razão por que o Senhor os vestiu com roupas de pele parece, para mim, ser a seguinte: porque vestimentas feitas deste material teriam uma aparência mais degradante do que aquelas feitas de linho ou de lã. Deus portanto designou que nossos primeiros pais deveriam, em tal roupagem, ver a sua própria vileza, — da mesma forma como eles viram antes em sua nudez, — e deveriam assim ser relembrados de seus pecados. Ao mesmo tempo, não deve ser negado, que Ele proporia para nós um exemplo, pelo qual Ele nos acostumaria a uma forma frugal e econômica de vestir. E eu gostaria que aquelas pessoas frágeis refletissem nisto, aquelas que não consideram suficientemente atrativo qualquer ornamento, exceto se ele exceder em magnificência. Não que todo tipo de ornamento deve ser expressamente condenado; mas porque quando esplendor e elegância imoderados são insistentemente buscados, não apenas é depreciado aquele Mestre, que intencionou o vestir como um sinal da vergonha, mas uma guerra é, em certo sentido, levada contra a natureza."

Matthew Henry, o Puritano autor de comentários sobre todos os livros da Escritura Sagrada, diz a respeito de João Batista:

"Suas roupas eram simples. Este mesmo João tinha suas vestes de pelos de camelo, e um cinto de couro em torno de seus lombos; ele não usava roupas longas, como os escribas, ou roupas finas, como os cortesões, mas vestia-se como um lavrador da região… João usava tais vestimentas,

(1.) Para mostrar que, como Jacó, ele era um homem simples, e mortificado para este mundo, e para os prazeres e alegrias deste. Eis aqui um verdadeiro israelita! Aqueles que são humildes de coração deveriam mostrar isto por uma santa indiferença e negligência em adornar-se; por não fazer do uso de ornamentos o seu adorno, nem avaliar aos outros pela forma como se vestem e se enfeitam.

(2.) Mostrar que ele era um profeta, pois os profetas usavam vestimentas brutas, como homens mortificados [Zacarias 13:4]; e, especialmente, para mostrar que ele era o Elias prometido; pois nota-se particularmente sobre Elias, que ele era um homem peludo (o que, alguns pensam, relaciona-se com as vestimentas de pêlo que vestia), e que possuía os lombos cingidos de um cinto de couro, [2 Reis 1:8]. João Batista não aparenta ser inferior a ele em mortificação; este, portanto era aquele Elias que havia de vir. (3.) Para mostrar que ele era um homem resoluto; seu cinturão não era fino, como aqueles mais comumente em uso, mas era forte, um cinto de couro; e abençoado é aquele servo, a quem o Senhor, quando Ele vier, encontrar com os lombos cingidos, [Lucas 12:35; 1 Pedro 1:13]"

Sobre o mesmo assunto, há ainda comentários em I Timóteo 2:8-10, especialmente no versículo 9, que diz: "Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudor e modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos ". Nesta passagem João Calvino entende que “expressamente estão censurados certos tipo de superfluidades, como os elaborados penteados de cabelo, o uso de jóias, e de anéis de ouro...”

Matthew Henry, sobre o mesmo texto diz:

"As mulheres devem ser muito modestas em suas vestimentas, não usando roupas chamativas, festivas ou por demais alegres, ou muito caras (você pode conhecer a vaidade da mente de uma pessoa pelo quanto festivos e chamativos são seus hábitos), porque elas tem melhores ornamentos com os quais devem se adornar; com boas obras. Note, boas obras são o melhor ornamento; estas são, à vista de Deus, de grande valor. Aqueles que professam a piedade deveriam, no seu vestir, assim como em outras coisas, agir como é coerente com o que professam; em lugar de gastarem seu dinheiro em roupas finas, devem gastá-lo em obras de piedade e caridade, as quais são propriamente chamadas boas obras."


E João Calvino, diz ainda:

Como o apóstolo ordenou os homens a erguerem mãos puras para oração, então agora ele prescreve a maneira pela qual as mulheres devem se preparar para orar como é devido. Aparece, neste texto, um implicado contraste entre estas virtudes que ele recomenda e a santificação externa dos Judeus; pois ele sugere que não há lugar profano, ou qualquer lugar de onde tanto homens quanto mulheres não possam se aproximar de Deus, desde que não estejam excluídos por seus próprios vícios.

Ele pretendeu aproveitar a oportunidade para corrigir um vício para o qual as mulheres quase sempre estão inclinadas, o qual provavelmente, em Éfeso, por ser uma cidade de vasta riqueza e muito comércio, abundava especialmente. Este vício é — uma excessiva ânsia e desejo de estar ricamente vestida. Ele deseja portanto que seu vestir seja regulado pela modesta e sobriedade; porque a luxúria e o gastar sem moderação provém de um desejo de fazer-se notar, seja por causa do orgulho ou por renunciar a castidade. Consequentemente temos o dever de estabelecer as regras a partir da moderação; pois, uma vez que o vestir-se é um assunto indiferente, (como todas as questões externas são) e difícil estabelecer um limite fixo, quanto a quão distantes devemos ir. Os Magistrados podem verdadeiramente fazer leis, pelas quais um desmedido impulso para gastos supérfluos possa ser, em alguma medida, restrito; mas mestres piedosos, para os quais o ofício é guiar as consciências, devem sempre ter em vista o fim do uso lícito. Isto, ao menos, se assentará além de toda controvérsia – que todas as coisas quanto ao vestir que não estão em acordo com a modéstia e a sobriedade devem ser desaprovadas.

No entanto, devemos sempre iniciar pelas disposições; porque onde a libertinagem reina internamente, não há castidade; e onde a ambição reina internamente, não haverá modéstia no vestir-se externamente. Mas, porque os hipócritas comumente aproveitam-se de todos os pretextos que podem encontrar para dissimular suas disposições, nós estamos sob a necessidade de apontar o que encontramos a vista. Seria uma grande baixeza negar que a modéstia é apropriada como a peculiar e o constante ornamento das mulheres virtuosas e castas, ou que é dever de todos guardar esta moderação. O que quer que for oposto a estas virtudes, será defendido em vão. Ele expressamente censura certas coisas supérfluas, como penteados elaborados, jóias e anéis de ouro; não que o uso de ouro ou de jóias seja expressamente proibido, mas que, onde quer que estas sejam proeminentemente exibidas, trarão com elas os outros males que eu mencionei, e terão sua origem na ambição ou na falta de castidade.

Porque sem dúvida, o vestir-se de uma mulher virtuosa e piedosa deve diferir daquele de uma meretriz. O que ele fixou foram as marcas desta distinção; e se a piedade deve ser testificada pelas obras, tal profissão deve também ser visível nas castas e deve ser vestida.”

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segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Pobres de espírito por Thomas Watson

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Aquele que é pobre em espírito é humilde de coração. Os homens ricos são comumente orgulhosos e depreciativos, mas os pobres são submissos. Os pobres de espírito se revolvem no pó pelo senso da sua indignidade. "me arrependo no pó" (Jó 42:6). Aquele que é pobre de espírito vê as excelências dos outros e a suas próprias enfermidades. Ele nega não só a seus pecados, mas a seus deveres. Quanto mais Graça tem, mais humilde é, porque então vê a si mesmo como um grande devedor a Deus. Se pode cumprir qualquer dever, reconhece que é mais pela força de Cristo que pela sua. Como o barco alcança refúgio mais pelo benefício do vento do que da vela, assim quando um Cristão realiza um progresso rápido, é mais pelo vento do Espírito de Deus do que pela vela de seu próprio esforço. O pobre de espírito, quando age como um santo, confessa a si mesmo como “o primeiro dos pecadores”. Se ruboriza mais com os defeitos das suas graças do que outros com o excesso de sus pecados. Não se atreve a dizer que tem orado ou chorado. Ele vive, ainda que não ele, mas Cristo vive nEle. Ele trabalha, ainda que não ele, mas a graça de Deus.

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Apresentação do 'Prática da Piedade'

O testemunho da Escritura é de que a Piedade é proveitosa para todas as coisas, residindo nela a promessa da vida que é, e da vida que há de vir [cf. 1 Timóteo 4:7,8].

E o que é Piedade?
É a qualidade de uma determinada prática de vida relacionada a Santidade pessoal, contrária às paixões carnais e mundanismo [Tito 2:11-13; 2 Pedro 3:10-12]. A palavra no original Grego do Novo Testamento, traz consigo o significado de uma ordeira e boa resposta do coração em reverência ao Senhor Deus. Uma outra forma de definir Piedade é descrevê-la como uma atitude pessoal para com o Senhor Deus, na forma de uma vida cujo objetivo é honrá-lO e agradá-lO.

A Piedade é proveitosa para a vida agora, conduzindo-nos em Cristo para toda a paz para com Deus, que nEle se pode receber; regozijo no Senhor, em nosso espírito, com todo prazer e alegria em Deus, nosso bom Pai e Salvador; contentamento para com os atos da Providência do Senhor. A Piedade não nos conduzirá a prosperidade, boa reputação, amigos, saúde ou tranquilidade - nada disto é prometido para o Piedoso; mas, quão maior é a felicidade de sabermos que o Piedoso será ouvido pelo Senhor em suas orações, e terá alegria nEle desde agora e para sempre! Na Piedade há promessa e esperança, de Cristo, em quem se esconde a vida do Crente, de estar unido com Cristo agora e por toda eternidade.

Nas palavras de Thomas Watson, "Como a jóia está para o anel, assim a Piedade está para a alma, ornando-a aos olhos de Deus. A Razão nos faz humanos; a Piedade nos faz anjos sobre a Terra; pela Piedade nós 'tomamos parte da natureza Divina' [2 Pedro 1:4]. A Piedade é mui próxima da glória: é 'glória e virtude' [2 Pedro 1:3]. A Piedade é a Glória em forma de semente; e a Glória é a Piedade em flor."

Assim, cremos, está mais do que justificado nosso desejo e obra em dedicar este Blog a tudo o que for útil e exemplar para nos exortar e dirigir na Prática da Piedade. Oh, Senhor, ajuda-nos, sustenta-nos, guia-nos e frutifica este trabalho!

Teologia e Pregação Reformada Experimental

O que é Teologia e Pregação Reformada Experimental? Muitas vezes chamado de Calvinismo Experimental ou Calvinismo Experiencial, se refere a uma tal forma de religião, construída sobre a Escritura Somente, fundamentada em Cristo Jesus, na qual, buscando-se incessantemente a Glória de Deus em todas as coisas, se testa ou prova, se exercita no conhecimento prático de toda Doutrina Bíblica. Entendemos que há uma vital relação entre a Teologia Prática e a Piedade; como a Escritura diz, é desejável e há regozijo e benção no exercício do Conhecimento da Verdade que é segundo a Piedade [Tito 1:1].

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